O atendimento psicanalítico é visto aqui como um campo intersubjetivo, construído na relação entre paciente e analista. Mais do que explorar apenas a mente do cliente, a obra se dedica a refletir sobre os estados internos do psicanalista, como imaginação, sensibilidade, intuição e presença de vida. Elementos como acolhimento, rêverie, empatia e experiência estética são tratados como fundamentais para a prática, ampliando a compreensão do trabalho clínico.







